quinta-feira, 5 de agosto de 2010

3 casamentos e uma despedida de solteira

No último ano e meio fui a três casamentos e nenhum deles foi daqueles que vamos porque os nossos pais foram convidados ou algo do género. Cheguei àquela idade em que os meus amigos se começam todos a casar... A Cátia e o Bruno neste sentido adiantaram-se; eu era uma jovem quando eles se casaram...

Tudo começou com o casamento da Joana e do Vasco em que, como se devem lembrar, eu fui madrinha (com muito orgulho, muito obrigada mana). E como madrinha que se preze organizei a despedida de solteira juntamente com a co-madrinha Karla. Diga-se de passagem que a minha experiência em casamentos não é muito vasta e em despedidas então... Acho que só fui a uma, há anos (a da Cátia). Apesar disso acho que correu muito bem. Fomos todas jantar a um restaurante com uma sala só para nós. Perdemo-nos pelo caminho, porque a entrada que decorei estava em obras, mas isso não interessa :P E tivemos, claro, um espectáculo de strip (bem fixe) e bolo erótico (uau :P). Acabámos a noite num bar nas docas em que o gerente era o Gato (dos Milénio!!) que bebeu um shot connosco (connosco = elas). Acho que correu bastante bem, e espero que elas tenham gostado.

O tão esperado casamento ocorreu uma semana depois (4 de Abril de 2009) e foi muito bom, tirando a Joana querer matar o fotógrafo por querer que ela tirasse as meias e o animador por ser um idiota. Foi bastante divertido ver a Joana aos tombos no banco de trás do carro do Xico a tirar as meias, enquanto nos dirigiamos para o parque das nações, onde se realizou a sua sessão fotográfica. O sr. fotógrafo deixou-me filmar 10 seg para o making-off (que simpático...). As fotos ficaram muito giras. O Vasco estava bastante nervoso ao contrário da Joana que aparentemente estava calma. Acho até que eu estava mais nervosa que ela.

Como referi anteriormente a minha experiência em casamento é quase nula. Sinto que se fosse hoje (após mais dois casamentos) provavelmente conseguiria cumprir melhor o meu papel de madrinha e arranjava, por exemplo, um cestinho para o arroz e as pétalas ao invés de um saco de plástico. Como o casamento foi efectuado na quinta (casamento civil) não sabiamos muito bem quando distribuir o tal arroz, e fizémo-lo demasiado cedo. Como resultado, no momento final de bater palmas, estava toda a gente com as mãos ocupadas... É claro que a Cláudia tinha que dar barraca. E no meio da pista de dança, eis que o fecho do meu vestido abriu e mostrei mais do que devia. Sim, eu sei que estou gorda, mas o problema era mesmo do fecho :P Coitada da Karla que teve um trabalhão a ajudar-me. Passei o resto da noite de braços para baixo, inclusivé no momento de apanhar o boquê em que fui abalrroada pela Ana que o apanhou. O dia passou demasiado depressa, talvez pela ansiedade com a qual espere por ele. Gostei muito de ter ido, adorei a honra que me foi concedida. Até tive oportunidade de ir no carro da noiva até à quinta. Fiquei muito feliz por eles.

De seguida, foi o casamento do Marco e da Helena, compartilhado com a irmã gémea desta. Foi lá em cima no norte, na terra das noivas (já não me lembro onde) e fomos todos alegres e contentes até lá, fazendo uma paragem pelo caminho para uma pequena recepção do noivo. O noivo é da margem sul, e arranjou um autocarro para levar a familia até lá. Durante o casamento tivemos que sair para levantar dinheiro, porque nem eu, nem o Gonçalo levámos prenda (somos vergonhos. Nem postal levámos e tivemos que nos colar à Jo e ao Vasco). Aproveitámos também para fazer o check-in no hotel, pois como era longe tinhamos que pernoitar lá perto. O João ainda tentou dançar comigo durante a festa, mas não correu muito bem. O casamento terminou com o cortar do bolo e um pequeno espectáculo de fogo preso. No dia seguinte o João, hilariante com sempre, apareceu ao pequeno-almoço tal qual um sonâmbulo... No regresso a casa parámos para almoçar, numa refeição que ficou marcada pela frase que o Gonçalo dirigiu ao João: "Se eu tivesse pipi, dormias comigo?" :| No Comments!!

Por fim, e mais recentemente, foi o casamento do Zé e da Susana. Este teve inicio com a aventura que foi encontrar a casa do Zé. Ninguém se lembrava muito bem onde era, nem sequer do nome da localidade. Sabiamos que iamos reconhecer quando vissemos o nome, o que aconteceu quando numa das terrinhas vimos um cartaz das festas dessa localidade (perto de Torres-Vedras). Depois de muito procurar chegámos ao destino ainda a tempo de tirar fotos com o noivo. Seguimos de seguida, para a igreja no Lumiar (sim, em Lisboa). Após a cerimónia (e eu perceber que as palmilhas party-feet só servem para me magoar ainda mais) seguimos para a quinta na Malveira (local onde eu tinha deixado o carro inicialmente e onde me foram buscar). Nos entretantos ainda esperámos pelos noivos à porta de casa deles, perto de Loures, onde por uma confusão eles nunca apareceram. Na hora do boquê em vez do habitual "atirar" foi feita uma roda em que as "candidatas" rodavam à volta da noiva vendada. Quando a música esta dava-o à primeira que apanhasse. Foram também os anos do Zé nesse dia, portanto cansou-se também os parabéns. No final, acabámos por ser os últimos a sair da festa (para além da familia claro).

Desenho a todos muitas felicidades, e espero estar presente no momento de celebrar as bodas de ouro. :P

Quem serão os próximos?

1 comentário:

Baby disse...

Que vida social animada, heim? Essa Joana parece-me ser uma rapariga bem fixolas! Pois é, grande ano cheio de casamentos, a próxima obviamente és tu, não sei onde está a dúvida. Só tenho pena de eu não ter tido puffs... Mas enfim, eu ja tive o meu momento!